Muita gente que aluga acredita que o seguro do proprietário a protege — mas não é verdade. O seguro do dono cobre apenas a estrutura do prédio; seus móveis, eletrônicos e roupas ficam desprotegidos. O seguro para inquilinos fecha essa lacuna e custa menos do que se imagina.
O que o seguro para inquilinos cobre?
Três pilares: bens pessoais — móveis, roupas e eletrônicos protegidos contra roubo, incêndio e outros sinistros; responsabilidade civil — se um vazamento seu danificar o vizinho ou alguém se machucar na sua casa, o seguro paga custos legais e indenizações; e despesas de moradia temporária — hotel e alimentação se um sinistro tornar o imóvel inabitável.
Quanto custa em 2026?
Entre 10 e 30 por mês para uma apólice básica, conforme a cidade, o valor dos bens e a cobertura escolhida. Áreas com mais roubos elevam o preço. Aumentar a cobertura de bens pessoais custa pouco a mais por mês, então declare um valor realista em vez de subestimar.
Como escolher a cobertura ideal
Faça um inventário dos seus bens mais valiosos. Prefira "valor de reposição" a "valor atual" — a primeira paga o preço de um item novo; a segunda desconta a depreciação. Escolha uma franquia que caiba no bolso: franquia maior reduz o prêmio, mas exige reserva para emergências. Verifique os limites para itens caros como joias e câmeras, que podem precisar de cobertura adicional.
Dicas para economizar na apólice
Pesquise três seguradoras — as diferenças chegam a 50%. Juntar com o seguro do carro ou de vida rende desconto de pacote. Alarmes e detectores de fumaça também barateiam o prêmio. Evite acionar o seguro por danos pequenos: sinistros frequentes encarecem a renovação. Revise a apólice uma vez por ano.
O que normalmente NÃO é coberto
Desgaste natural, danos intencionais e, em muitas apólices, terremotos e grandes enchentes ficam de fora — estes últimos exigem cobertura à parte em regiões de risco. Obras de arte têm limites baixos. Leia as condições gerais antes de assinar: um seguro barato que exclui seu maior risco é dinheiro jogado fora.