Por menos de US$ 200, em 2026 se encontram celulares surpreendentemente bons — e também verdadeiras armadilhas. A diferença entre os dois não aparece na ficha técnica. Veja o que realmente verificar antes de comprar.
Os quatro critérios que realmente importam
Bateria: mire em 5.000 mAh ou mais — é a diferença entre um dia tranquilo e um carregador no bolso. Atualizações: um celular sem atualizações de segurança vira um risco em um ano; exija pelo menos dois anos de atualizações prometidas. Câmera: esqueça os "quatro sensores" — só o sensor principal conta de verdade nessa faixa de preço. Armazenamento: 128 GB no mínimo, porque 64 GB lotam em poucos meses.
O que as fichas técnicas não contam
A fluidez depende mais da otimização do software do que dos gigahertz. Leia análises com duas a três semanas de uso real, não os vídeos de unboxing. Confira a qualidade das ligações e do 4G/5G no seu país — alguns modelos importados têm sinal fraco em certas redes.
As armadilhas a evitar
Desconfie de marcas desconhecidas sem assistência técnica, de celulares "recondicionados" vendidos como novos e de promoções boas demais: um modelo do ano passado de uma boa marca vale mais que um modelo "2026" de uma marca fantasma. Confira também o preço de trocar a tela antes de comprar — em alguns modelos, ele passa da metade do preço do celular.
Novo, recondicionado ou usado?
O recondicionado certificado (com doze meses de garantia) costuma ser o melhor custo-benefício: um modelo intermediário do ano passado por preço quebrado. O usado entre particulares sai mais barato, mas sem rede de proteção — só para compradores experientes que sabem testar um celular na hora.
Nosso método de compra em três passos
Defina seu orçamento com firmeza, liste seus dois usos prioritários (câmera? bateria?) e compare no máximo três modelos. Passou de três modelos, você não compara mais — você se perde. Compre e fique com o celular por pelo menos três anos: esse também é o verdadeiro bom negócio.