Poeira, pelos de animais, poluição e mofo: o ar dentro de casa pode ser mais sujo que o da rua. Um bom purificador filtra essas partículas e alivia alergias — para quem tem rinite ou asma, a diferença é sentida na primeira semana.
Filtro HEPA é obrigatório
Procure filtro HEPA verdadeiro (H13), que retém 99,97% das partículas. Modelos "tipo HEPA" são imitações fracas. Sem HEPA de verdade, o aparelho é só um ventilador caro.
Entenda o CADR
O CADR indica quantos metros cúbicos de ar limpo o aparelho entrega por hora. Regra prática: o CADR deve cobrir pelo menos o volume do cômodo. Aparelho pequeno em sala grande não purifica nada.
Ruído e modo noturno
Para o quarto, escolha modelos abaixo de 30 dB no modo silencioso — equivalente a um sussurro. O melhor purificador é aquele que você consegue deixar ligado a noite toda.
Custo dos filtros de reposição
Filtros duram de 6 a 12 meses e custam de R$ 80 a R$ 300. Some esse custo anual ao preço do aparelho antes de decidir. Aparelho barato com filtro caro sai mais caro no longo prazo.
Posicionamento correto
Coloque o purificador no cômodo onde você passa mais tempo, longe de paredes e com portas fechadas. Um aparelho bem posicionado rende o dobro de um mal posicionado.
Hábitos que reduzem a poluição interna
O purificador trabalha melhor quando você reduz as fontes de sujeira: ventile a casa por 10 minutos diários nos horários de menor poluição, aspire com frequência usando aspirador com filtro HEPA e evite velas aromáticas e incensos, que soltam fuligem. Na cozinha, use sempre o exaustor ao cozinhar — frituras são grandes vilãs da qualidade do ar interno. Plantas ajudam no bem-estar, mas sozinhas não purificam o ar de forma relevante. Aparelho bom mais hábitos simples: essa combinação entrega o ar mais limpo possível.