Um vídeo de um parente pedindo dinheiro, uma ligação com a voz do seu chefe, uma foto chocante circulando nas redes: os deepfakes tornam os golpes mais convincentes do que nunca. A boa notícia? Alguns hábitos simples desarmam a maioria deles. Veja como.

Sinais de alerta

Observe os detalhes: piscadas anormais, boca dessincronizada da voz, mãos deformadas, fundo que "treme". No áudio, desconfie de uma voz sem emoção ou de ligações que cortam qualquer pergunta. Se um pedido de dinheiro chega com urgência por mensagem, é sinal vermelho.

Verificar antes de acreditar

Faça busca reversa de imagem para achar a origem de uma foto ou vídeo. Numa ligação suspeita, desligue e ligue de volta para o número habitual da pessoa — é o reflexo mais eficaz que existe. Confira a informação em veículos confiáveis antes de compartilhar.

Se você for alvo

Nunca pague na pressa: reserve um tempo para verificar. Denuncie o conteúdo na plataforma, guarde provas (prints, mensagens) e registre ocorrência se houver dinheiro envolvido. Fale sobre isso com quem você confia: golpistas contam com a vergonha para calar as vítimas.

Proteger quem você ama

Idosos são os alvos favoritos dos golpistas. Crie uma senha familiar: uma pergunta secreta que só seus parentes conhecem, para usar em qualquer pedido urgente. Explique esses hábitos com calma aos seus pais e avós.

A IA torna as falsificações mais reais, mas a verificação continua sua melhor arma. Na dúvida? Desacelere, verifique e só então aja. Compartilhe esses hábitos: é a melhor proteção coletiva.